A cada ano, as eleições se tornam mais competitivas, e o processo de construção de imagem passa a ser uma peça fundamental para o sucesso de qualquer candidatura. Em um cenário cada vez mais disputado, não basta apenas ter boas propostas: é preciso saber comunicá-las de forma estratégica e eficiente.
À medida que o período eleitoral se aproxima, muitos políticos correm atrás da melhor estratégia e da contratação de especialistas em comunicação e marketing político. Isso faz parte do jogo democrático e do processo eleitoral. No entanto, especialistas alertam que deixar esse planejamento para a última hora pode comprometer os resultados.
O marketing político é uma construção de longo prazo. Ele trabalha o posicionamento, a narrativa e a identidade do candidato, estruturando uma comunicação consistente que aproxima o político do eleitorado ao longo do tempo. Já o marketing eleitoral entra em cena mais próximo das eleições, com ações pontuais e intensas voltadas diretamente para o período de campanha.
Para Felipe Miranda, o sucesso nas urnas passa, em grande parte, por uma estratégia bem definida. Segundo ele, vencer uma eleição envolve uma divisão clara de responsabilidades: “Cerca de 50% do resultado vem do marketing político, que trabalha a aproximação com o público, desenvolve estratégias e faz com que o eleitor conheça cada vez mais o candidato. Isso não é gasto, é investimento. Quem sai na frente tem mais chances de conquistar o voto”.
Os outros 50%, segundo Miranda, ficam por conta do próprio candidato, que precisa ir às ruas, dialogar com a população e fazer aquilo que só ele pode fazer: pedir o voto e construir confiança diretamente com o eleitor.
Com o jogo eleitoral já em andamento, o recado é claro: não deixe para a última hora. Transformar a campanha em uma vitrine bem planejada e estratégica pode ser o diferencial para conquistar o eleitorado e alcançar a vitória nas urnas.
Por: Felipe Miranda Comunicação e Marketing Político Digital




